Ruiva considera que o programa denegriu sua imagem e acabou com suas chances de se tornar uma atriz respeitada
Às vésperas de começar um novo “Big Brother Brasil”, Aline
Dahlen, considerada uma das vilãs da edição passada do reality,
desabafou sobre a experiência de ter participado do programa. Em entrevista
para o Ego, a ruiva foi direta e afirmou que o “BBB” foi péssimo para a sua
carreira.
Eu digo que a pior coisa que
aconteceu em toda a minha vida foi ter aceitado participar do ‘BBB’. Eu tinha
uma vida bacana antes do programa: era atriz de comercias, atriz de novelas
(…), fazia teatro e escrevia minhas coisas (…).
Tinha um namorado legal, uma vida tranquila e uma carreira em andamento. O
programa simplesmente acabou com a minha imagem, me usou, esculhambou, depois
descartou, sem pensar nas consequências.
Desde que deixou a casa mais vigiada do país, Aline reclama
que nunca teve a chance de voltar ao trabalho com dignidade. Ela, que já fez
participações em “Cobras & Lagartos”, “Pé na Jaca” , “O Profeta”, “Turma do
Didi” e “Sítio do Pica Pau Amarelo”, reclama que os diretores não querem mais vê-la
em seus novos trabalhos. “Não faço mais comerciais, pois agora sou a malvada do
‘BBB’, e não trabalho como atriz, pois acham que sou mais uma louca pela fama”,
choramingou.
A ruiva afirma
que a carapuça de vilã lhe foi dada pela edição do programa exibido na Globo.
Segundo ela, quem acompanhou seu desempenho pelo pay per view conhece a
verdadeira Aline. Infelizmente, nem todo mundo tem paciência para tal:
Quem assistiu o programa acha
que sou do mal; só quem tinha o pay per view é que gosta de mim. Uma pena que
os contratantes, diretores e autores não tenham tempo para 24h de ‘BBB’ sem
cortes, né?
A ruiva, que recusou o convite feito pela Playboy por considerar
o valor sugerido pela revista irrisório, afirma que não vê luz no fim do
túnel. “Se arrependimento matasse eu já estaria morta, enterrada e putrefata,
mas me sinto mesmo é enterrada viva”, comentou ela.
Sem conseguir
trabalho no Rio de Janeiro, a gaúcha está com as malas prontas para voltar para
seu estado de origem. “Não quero ser atriz, sou atriz! Escrevi minha primeira
peça aos 10 anos, me profissionalizei com 15, estudei na CAL, cursei Tablado,
sou artista, não autista! Não vivo na ilusão, tinha uma vida bacana e hoje vou
ter de voltar para Porto Alegre, pois não aguento mais explorar a minha mãe”,
completou.
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